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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Mulheres


"Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós.

Pare para refletir sobre o sexto-sentido.
Alguém duvida de que ele exista?

E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?

E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento?

E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece?
O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!
"Leve um sapato extra na mala, querido.
Vai que você pisa numa poça..."
Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...

O sexto-sentido não faz sentido!

É a comunicação direta com Deus!
Assim é muito fácil...
As mulheres são mães!

E preparam, literalmente, gente dentro de si.
Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?

E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral.
Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"...

Tudo isso é meio mágico...
Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança).

As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?

Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens...

É choro feminino. É choro de mulher...

Já viram como as mulheres conversam com os olhos?

Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.
Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.
E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.
Quantos tipos de olhar existem?

Elas conhecem todos...

Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens!
E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.

EN-FEI-TI-ÇAM !

E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas?
Para estudar os homens, é claro!
Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...

Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro".
Quer evidência maior do que essa?
Qualquer um que ama se aproxima de Deus.
E com as mulheres também é assim.

O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas.
É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.
E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.
Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.
Mas elas são anjos depois do sexo-amor.
É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.
E levitam.
Algumas até voam.
Mas os homens não sabem disso.
E nem poderiam.
Porque são tomados por um encantamento
que os faz dormir nessa hora."
Luís Fernando Veríssimo

É Proibido


É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,

Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos

Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,

Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,

Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,

Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,

Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,

Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,

Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
Pablo Neruda

BORBOLETAS


Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de
se decepcionar é grande.

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.

Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.

As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.

O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar
não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
Mario Quintana

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Livro de Ocorrências


Algumas escolas vivem atualmente um momento crítico na questão da indisciplina. Tal situação, segundo alguns especialistas, persiste e vem se agravando no decorrer dos anos letivos.
O histórico dos atos mais graves de indisciplina na escola é fato que preenche, basicamente, a maioria das páginas do livro de ocorrências escolares, na disputa com outros registros que descrevem a resistência dos próprios alunos em executar as atividades propostas em sala de aula.
A cada página, fatos que descrevem brincadeiras, pouco estudo, uso de telefone celular em sala de aula, jovens casais que são pegos aos beijos no corredor, etc., expõem o cotidiano da escola, muito embora consigam passar quase despercebidos se comparados às gravidades de outros que dizem respeito à violência.
Dentre os registros, podemos encontrar aqueles que se referem especificamente à agressão física e verbal ao professor ou ao colega e, não raro, essas práticas encontram-se iniciadas no ensino fundamental básico.
Neste livro revelador é possível encontrar também “prognósticos” que findam justificar as atitudes de indisciplina e violência dos alunos, como, por exemplo, “o aluno tem suspeita de problemas psicológicos”.
Todavia, para todas as ocorrências, além das punições cabíveis, o encaminhamento dado é quase sempre o mesmo: convocação dos pais – geralmente, com a orientação para que os mesmos tomem as providências necessárias fora do ambiente escolar.
Mas enquanto os familiares tomam (em alguns casos) suas providências domiciliares e a escola aplica as punições cabíveis, as ocorrências continuam preenchendo o livro.
Nesse processo, o aluno, personagem principal da ação, acaba se tornando mero coadjuvante por conta das atenções voltadas ao problema e não às soluções.
Desta forma, pouco se fala a respeito da necessidade do aluno sentir uma atmosfera calorosa de preocupação consigo para compreender a questão da indisciplina, e não o habitual discurso que incita a preocupação caso ele se comporte desta ou daquela maneira para evitar o problema.
No papel de formar o aluno e preparar as novas gerações para exercerem seus direitos e deveres de cidadãos, bem como resgatar os valores éticos de respeito mútuo, solidariedade, honestidade e justiça, é preciso captar o mundo particular do aluno com empatia, que surge como essencial no processo educativo.
Nesta perspectiva, o educador, seja ele um familiar responsável ou um professor, torna-se capaz de compreender os sentimentos do aluno; seu tom de voz se transforma e ele demonstra a sua perfeita capacidade de partilhar dos sentimentos do educando.
Assim, não estaríamos colocando a cargo de uma única instância a responsabilidade de educar, mas sim buscando ressaltar a importância do aluno em uma ação conjunta da escola e da família, para atenuar o quadro de violência e desrespeito que corrompe seu processo educativo.
Não há educação sem valores. Ir à escola deve significar oportunidade de formar-se, desenvolver-se como pessoa e de crescer em todas as dimensões humanas, não só em conhecimentos, mas também em atitudes, afeto, respeito aos demais e apreço por si mesmo e pelo outro.
Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL
fonte.http://educador.brasilescola.com/trabalho-docente/livro-ocorrencias.htm

domingo, 27 de janeiro de 2013

Trabalhando a Sexualidade



É papel da escola alertar sobre gravidez precoce e
doenças sexualmente transmissíveis
Conversar sobre sexo com adolescentes não é fácil, mas se faz necessário, pois por volta dos dez anos de idade as crianças começam a valorizar o assunto, até mesmo porque seu corpo está se modificando.
O tema deve ser abordado com naturalidade, mas através de aulas planejadas e organizadas, levantando vários tipos de informações.
Um projeto sobre o assunto é uma excelente forma de se trabalhar. Alguns livros podem orientar o desenvolvimento de uma boa atividade, afinal, se pautar nas teorias é ainda a melhor forma de valorizar o trabalho de pesquisa na escola.
É de grande relevância informar as famílias sobre o tema que será abordado, a fim de evitar problemas com pais mais rígidos, que não gostam de falar sobre o assunto ou acham que a escola acaba incentivando a sexualidade quando discute o tema. É importante esclarecer que existem as necessidades da idade, que as pessoas precisam se conhecer, saber dos riscos que correm com doenças, dos perigos da internet através das relações virtuais, etc.
O primeiro passo é conversar com a turma, fazendo uma prévia pesquisa sobre as dúvidas, curiosidades, se existe interesse no tema, etc. Muitas vezes tentamos direcionar um assunto, mas os alunos estão mais interessados em coisas da atualidade, então o melhor é ouvi-los.
Caso o tema seja aceito, é importante propor que pesquisem e levem os materiais para a aula, a fim de iniciarem as discussões. Na aula seguinte, peça que cada aluno apresente o material pesquisado, o que considera importante para oferecer aos colegas. Depois da explanação das pesquisas e todo o material, podem começar confeccionando cartazes informativos para serem distribuídos pelo pátio da escola.
A divisão dos temas qualifica ainda mais o trabalho. Um grupo monta seu cartaz sobre o aparelho reprodutor, outro grupo sobre sexualidade e descoberta do corpo, outro grupo sobre gravidez e gravidez na adolescência, outro sobre doenças sexualmente transmissíveis, e o último sobre métodos anticoncepcionais, etc. Tudo vai depender dos temas levantados pelos estudantes e das reportagens levadas para a sala de aula.
A partir da aula seguinte, o professor se torna o coautor da apresentação dos assuntos, com explanação dos mesmos a fim de orientar os alunos, esclarecer dúvidas, informar. As aulas devem ser diferentes, com transparências, apresentações de vídeos, filmes, textos, relatos de experiências, jovens que engravidaram, o sofrimento e as limitações da gravidez na adolescência, a seriedade das doenças sexualmente transmissíveis, abuso sexual, pedofilia, hormônios masculinos e femininos, masturbação, mudanças no corpo, o respeito e o amor nas relações sexuais, as fofocas e os mitos, assuntos da atualidade, homossexualismo, etc.
Alguns livros podem orientar sobre o assunto e são muito interessantes para os jovens. Liliana e Michele Iacocca são autoras do livro “O Planeta Eu, conversando sobre sexo”, da editora Ática. O livro faz uma abordagem muito clara sobre o assunto, tendo dois personagens principais, um menino e uma menina, que vão conversando sobre sexualidade e descobrindo novas informações.
Filmes também são excelentes formas de informação, e muitos alunos não tem acesso aos mesmos, além de transformar a aula em um momento de cinema, com direito a pipoca e tudo mais. Regras da Vida trata de aborto, Jefrey de caso com a vida fala da AIDS. Garota Interrompida e Garotos não Choram abordam sexualidade, com tema adulto. É preciso pedir autorização da coordenação da escola para decidir sobre o filme a ser exibido, pois muitos pais não permitem tal conteúdo. Além disso, é bom ter cuidado, pois os meninos podem ficar em “situação de perigo”, afinal, nessa idade os hormônios estão à tona. É melhor que o filme não tenha cenas de sexo.
A apresentação dos métodos contraceptivos é muito importante, desde os mais simples até os mais complexos. O professor se encarregará de levá-los para a sala de aula. Algumas escolas possuem os kits de ciências que já vem com os mesmos. São camisinha masculina, camisinha feminina, diafragma, espermicidas, cartela de anticoncepcional, adesivos, injeções, DIU (Dispositivo Intrauterino), laqueadura e vasectomia.
São vários temas que podem ser desenvolvidos dentro do projeto, mas todos aqueles que forem de maior interesse dos alunos devem ser registrados para uma exposição ao final, como os cartazes das pesquisas. Ao final do projeto, os alunos poderão montar um estande no pátio da escola e apresentar para a comunidade escolar tudo que foi pesquisado e aprendido.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
fonte.http://educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/trabalhando-sexualidade.htm

AMIGOS

(Vinícius de Moraes)

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. 

Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. 

A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor. 

Eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. 

E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! 

Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências. 

A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. É delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.

E às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí. 

E me envergonho, porque essa minha prece é em síntese, dirigida ao meu bem estar.

Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. 

Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer. 

Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que não desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos! 

A gente não faz amigos, reconhece-os.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Aprenda a gostar de você


"Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você...
A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando...
A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar...
Mas uma coisa parece estar sempre presente... A busca pela felicidade, com o amor da sua vida.
Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?" E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?".
Como diz meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente sempre achava que era.
Cada namorado era o novo homem da sua vida.
Fazíamos planos, escolhíamos o nome dos filhos, o lugar da
lua-de-mel e, de repente...
PLAFT! Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito "do próximo".
Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses.
Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva.
Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido,
inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite.
Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando você está de short,camiseta e chinelo.
A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação, já não tem o mesmo valor que tinha antes.
A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas
continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal,que nos complete, e vice-versa.
Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta... E
haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da
cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira.
Sem falar na diversidade, que vai do Forró ao Beatles.
Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som...
Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.
Com o tempo, voce vai percebendo que para ser feliz com
uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você! "
Mario Quintana

Fantasias do Carnaval


Bloco de carnaval, presidiários, Pierrô e Colombina
Bloco de carnaval, presidiários, Pierrô e Colombina
O carnaval é uma festa popular que apresenta várias características que dão um ar especial aos bailes e desfiles, e as fantasias são a grande diferença entre os foliões.
A partir de 1870 as fantasias de carnaval tiveram grande importância para a festa, pois foi a forma que os foliões encontraram para dar um ar mais divertido ao carnaval.
Até 1930 as fantasias eram simples, com roupas adaptadas, tingidas, enfeitadas de forma ingênua, pois os materiais que poderiam enriquecê-las, como os tecidos, ornamentos, sapatilhas, adereços de cabeça, eram muito caros, aparecendo mais nos desfiles de escolas de samba. Nos clubes e desfiles de rua, surgiram os blocos, onde um grupo de pessoas vestia-se igual.
Alguns disfarces tornaram-se mais famosos, como caveira, odalisca, médico, morcego, malandro, super-heróis, diabo, príncipe, bobo da corte, pierrô, colombina, vedete, palhaço.
Os bailes de gala foram instituídos no Brasil, seguindo o modelo dos bailes de Veneza, através de Clovis Bornay, onde as fantasias eram avaliadas nas categorias: luxo e originalidade.
Clóvis Bornay foi um grande nome desses desfiles, chegando a “hors concours” (concorrente de honra), ficando fora da competição em razão da beleza de suas criações, que sempre conquistavam os títulos, impedindo outros participantes de chegarem perto da vitória.
As fantasias das escolas de samba servem para explicar a história contada na letra do samba enredo. Devem ser coerentes ao tema e aparecer em harmonia com o conjunto da escola. A escola de samba é dividida em alas e cada ala possui um modelo diferente de fantasia, que deve ser respeitado e seguido por todos os integrantes.
Segundo o manual do julgador, deve aparecer a uniformidade, “a igualdade nos calçados, meias, shorts, biquínis, sutiãs, chapéus” etc.
O julgamento das fantasias é feito analisando a criatividade, o significado e importância para o enredo, a boa utilização das cores e distribuição dos materiais, a riqueza dos materiais usados na confecção, os acabamentos das roupas, os detalhes, os adereços que compõem as peças etc.
As fantasias mais importantes numa escola de samba são as de Mestre Sala e Porta Bandeira, além da Comissão de Frente, que dá a primeira impressão da escola.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
fonte.http://www.brasilescola.com/carnaval/fantasias.htm

domingo, 20 de janeiro de 2013

Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.


Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Luís Fernando Veríssimo

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...


Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
Luís Fernando Veríssimo


fonte:http://www.google.com.br/imgres?num=10&hl=en&tbo=d&biw=1366&bih=630&tbm=isch&tbnid=RlMmHI8rFLz62M:&imgrefurl=http://www.ejaderlandia.blogspot.com/&docid=Kbm8Q5BxJ4IjCM&imgurl=http://1.bp.blogspot.com/-6QotjoP6mnY/ULFH8QHcgKI/AAAAAAAAAhI/dwEw4zGbc9E/s1600/frases-7.jpg&w=1280&h=800&ei=Q0r8UPqWJ4n49QSgnYGYAQ&zoom=1&iact=hc&vpx=352&vpy=141&dur=115&hovh=177&hovw=284&tx=138&ty=73&sig=107831193060478131758&page=1&tbnh=151&tbnw=242&start=0&ndsp=29&ved=1t:429,r:2,s:0,i:88

A Escola - Paulo Freire

A ESCOLA



"Escola é...

o lugar onde se faz amigos

não se trata só de prédios, salas, quadros,

programas, horários, conceitos...

Escola é, sobretudo, gente,

gente que trabalha, que estuda,

que se alegra, se conhece, se estima.

O diretor é gente,

O coordenador é gente, o professor é gente,

o aluno é gente,

cada funcionário é gente.

E a escola será cada vez melhor

na medida em que cada um

se comporte como colega, amigo, irmão.

Nada de ‘ilha cercada de gente por todos os lados’.

Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir

que não tem amizade a ninguém

nada de ser como o tijolo que forma a parede,

indiferente, frio, só.

Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar, 

é também criar laços de amizade,

é criar ambiente de camaradagem,

é conviver, é se ‘amarrar nela’!

Ora , é lógico...

numa escola assim vai ser fácil

estudar, trabalhar, crescer,

fazer amigos, educar-se,

ser feliz."

Como fazer um plano de aula


O plano de aula é caracterizado pela descrição específica de tudo que o professor realizará em classe durante as aulas de um período específico. Na sua elaboração alguns pontos são muito importantes como:

• Dados de identificação do professor e da escola;
• Os objetivos a serem alcançados com as aulas que serão ministradas;
• Conteúdo que será ministrado em cada aula, o qual deve seguir uma linha cronológica do processo de aprendizagem;
• Os procedimentos utilizados para aprendizagem dos alunos, ou seja, são as fases da aprendizagem;
• Os recursos que serão utilizados para alcançar os objetivos;
• E, por último, as metodologias de avaliação, ou seja, as técnicas avaliativas que o professor utilizará para avaliar o aprendizado do educando.

Na elaboração de um plano de aula devem ser considerados vários pontos e critérios que unidos especificam quais os objetivos finais o professor espera alcançar no decorrer da explicação dos conteúdos. Os critérios que o professor deve estar atento durante a confecção de seu plano de aula são:

• Adequação dos estímulos;
• Especificação operacional;
• Estrutura flexível;
• Ordenação.

Além de conter esses critérios, o plano de aula deve ser elaborado seguindo as fases da aprendizagem, ou seja, deve seguir uma linha de ensino-aprendizagem contínua. São as fases de aprendizagem: apresentação, desenvolvimento e integração. Na apresentação o professor prepara a classe para a compreensão de novos conteúdos. No desenvolvimento acontece a análise. Nessa etapa acontece o processo de orientação e aprendizagem do aluno. É nessa etapa que acontece o estudo de um texto, a realização de um experimento, a resolução de exercícios, etc. A integração é a etapa final. Nessa fase o professor faz a verificação dos resultados obtidos pelos alunos na fase do desenvolvimento.

Por Marco Aurélio da Silva
Equipe Brasil Escola
fonte.http://educador.brasilescola.com/orientacoes/como-fazer-um-plano-aula.htm

Ano novo, nova escola!


É muito comum que a escola se concentre mais na recepção dos novos alunos do que dos novos professores. Mas, a verdade é que todos devem ser bem recebidos, pois farão parte de uma equipe que deve ser, antes de tudo, unida. Além disso, ser educado com os demais é uma função social básica para o bom convívio.

Assim, direção e coordenação da escola, juntamente com os professores veteranos, podem se reunir para descobrirem formas prazerosas e divertidas para dar as boas vindas aos novatos.

É muito importante que o professor recém-chegado se sinta a vontade no ambiente de trabalho futuro e, para isso, um único sorriso não basta.

Este é um assunto delicado para a maioria das escolas que se importa com a unidade. O fluxo de professores atrapalha a formação da identidade de uma equipe e, portanto, a rotatividade de profissionais não é benquista pela direção.

Por outro lado, os novos alunos estão mais preocupados com as lembranças da antiga escola do que com a possibilidade de firmarem novas amizades e criarem novos laços. Estão em sala de aula, mas com o pensamento na ex-professora ou no coleguinha que sentava ao lado. Por isso, a equipe escolar deve pensar em métodos que gerem conforto e familiarização nesses alunos.

Pesquisando e pensando em maneiras para promover a integração da equipe antiga com a nova e dos alunos veteranos com os novatos, aponto a seguir abordagens que considerei eficazes.

Escola nova - Como receber os novos alunos e professores?
Aos novos alunos:

- Promova atividades de apresentação: um aluno apresenta a professora e o colega da direita (pois para isso terá que aprender o nome) e assim por diante. Por exemplo: o primeiro aluno diz: eu sou o Paulo, esta é a professora Sabrina e este é o João. O João diz: Eu sou João, aquela é a professora Sabrina e este ao meu lado direito é o Joaquim...;

- Conceda alguns minutos (cerca de 10) para que os alunos se sentem em duplas e perguntem ao seu colega o nome, a data de nascimento, o que ele gosta de fazer, com quem mora, etc. Logo depois, os estudantes se sentam em roda e um colega apresenta para a turma o outro com quem conversou;

- O educador pode escolher um aluno veterano que ficará responsável por apresentar o recém-chegado para os demais colegas e também de mostrar a escola durante o recreio. Esse acompanhamento durará de duas a três semanas;

- Cada aluno escreve a música, a fruta e o animal que mais gosta em um papel. O professor, então, recolhe todos os papéis e os coloca em uma sacola. Cada aluno faz um sorteio, lê as preferências do colega escritas no papel e tenta descobrir quem é o autor.


Aos novos professores:

- Faça uma recepção diferente, com um belo café da manhã, com uma decoração diferente e com um cartaz de “seja bem-vindo”;

- Faça dinâmicas de apresentação assim como as apontadas acima para os alunos;

- Separe um tempo só para a coordenação e o professor novato conversarem e discutirem as dúvidas que ainda ficaram;

- Na reunião pedagógica, que acontece geralmente em janeiro de todo ano, prepare uma lembrancinha para cada professor e uma especial de boas vindas para os profissionais recém-chegados (não só professores, mas funcionários novatos em geral);

- Depois das dinâmicas, a direção ou coordenação pode fazer uma apresentação individual do profissional, apontando suas qualidades, como por exemplo: Este é o professor João. Ele trabalhará conosco e ministrará aulas de química. João tem vasto conhecimento na sua área, formou na Universidade X, fez pós-graduação em Ensino de Química, etc. E temos muito prazer em tê-lo na nossa equipe;

- A coordenação deve estar atenta para incentivar que os professores de área fiquem mais próximos do novato e passem informações (e não críticas) sobre as turmas, bem como a melhor maneira de conduzir determinado aluno que já conheçam;

- No início do ano pode se fazer um sorteio do jardineiro e sua flor. O professor- jardineiro ficará responsável pelo professor-flor, saber como ele está, ajudá-lo no que for necessário, fazer festinha de aniversário, etc.

Quando a equipe da escola se torna unida é inevitável que tanto o professor novato quanto o aluno se sintam a vontade e confortáveis no ambiente escolar.
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
fonte.http://educador.brasilescola.com/orientacoes/ano-novo-nova-escola.htm

Início de mais um ano letivo: Boas-vindas!


Boas-vindas no início de mais um ano letivo é tudo o que se espera, bem planejadas, obviamente
Boas-vindas no início de mais um ano letivo é tudo o que se espera, bem planejadas, obviamente
Mais um ano letivo se inicia... com ele, novas expectativas, novos projetos, novos anseios, novos desejos de que tudo ocorrerá dentro do esperado. Trata-se de uma verdade, cujos propósitos têm tudo para dar certo, mas para isso se faz necessária uma boa pitada de dedicação e, acima de tudo, planejamento. 
Todos estão à espera do grande público-alvo: os alunos. Eles, por sua vez, levam consigo uma carga de expectativa bastante significativa. Claro, irão conviver boa parte do tempo na companhia de seus mestres, colegas e outros funcionários da escola. Dadas essas razões, os pressupostos aqui firmados têm por objetivo discorrer acerca da importância de toda essa equipe estar realmente preparada, no sentido de fazer com que os propósitos sejam alcançados.

Tudo começa pela semana pedagógica, na qual a equipe docente, ao lado da coordenação e do gestor (a) propriamente dito dedicam-se à tarefa de planejar acerca de tudo aquilo que será desenvolvido durante o ano. Após tal procedimento, eis que é chegado o grande dia: o primeiro dia de aula. O segredo: uma boa recepção, acima de tudo, e é claro, contando com a participação de todo o efetivo.  

Quem ficará à espera dos alunos e, possivelmente, dos pais? De preferência, o (a) diretor (a). Ao adentrarem à escola, tão logo no início do corredor lá estarão eles: uma equipe formada pelos funcionários de apoio, cujas atribuições são as de proporcionar as orientações necessárias aos recém-chegados, tais como: localização das salas, pátio, banheiros e demais dependências físicas pertinentes à escola.
Os professores? Cada um (levando em conta o horário de aulas previamente estabelecido) deles posicionados na porta da sala de aula. Dessa forma, sorrisos não poderão faltar, tampouco aquela velha e boa saudação: sejam bem-vindos. Afinal, gentileza nunca é demais e nada custa!
Chegando, possivelmente encontrarão as carteiras dispostas em círculo, haja vista que tal procedimento permite a sociabilização, tão importante quanto necessária para o estabelecimento de vínculos, não menos importantes. Posicionados, é momento de dar o devido direcionamento. Portanto, cabe a você, caro (a) professor (a), tomar as rédeas da situação. Diagnóstico é a palavra de ordem, sem dúvida. Nada de começar já expondo e “derramando conteúdos”. Seja qual for a disciplina ministrada, torna-se importante realizar uma sondagem inicial, no sentido de captar as expectativas de cada um – importante passo, o qual poderá nortear os passos a serem seguidos durante todo o ano.  Feito isso, e se ainda sobrar tempo, aí sim é o momento de explanar acerca do que será trabalhado, os projetos, os conteúdos, inclusive os livros literários que serão adotados no decorrer do ano, enfim... Importante nesse momento é explanar sobre algo realizado anteriormente, procurando enfatizar os benefícios colhidos, haja vista que essa atitude poderá funcionar como mola propulsora, despertando interesse e motivando o púbico a demonstrar toda a capacidade ali... guardada e depois revelada aos quatro cantos. Não é a toa que grandes gênios são encontrados dentro do ambiente escolar.

No dia seguinte, até mesmo pela escassez do tempo, entram em cena “as combinações”. Sim, elas mesmas, popularmente conhecidas pelos direitos e deveres de cada um. Necessárias, portanto, pois muitos poderão achar que tudo é fácil demais. Uma boa sugestão é começar pelos direitos, haja vista que a noção de deveres, pelo simples fato de não “soarem” demasiadamente como uma imposição, poderão ficar para o próximo ato da cena. Nesse sentido, em se tratando dos primeiros, um bom exemplo são os livros didáticos, muitas vezes oferecidos gratuitamente na rede pública de ensino. Dessa forma, recebê-los é um direito de cada um, conservá-los, é questão de...
Sim, deveres em ação! O primeiro passo é apresentar aquelas regras comuns a todos, sobretudo as retratadas pelo regimento da própria escola. Em seguida aquelas consideradas “internas”, estabelecidas por cada professor, de acordo com seus próprios critérios.
Assim combinado... Avante! É hora de começar.

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
fonte.http://educador.brasilescola.com/orientacoes/inicio-mais-um-ano-letivo-boas-vindas.htm