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sábado, 30 de junho de 2012

Pássaro de Fogo

Paula Fernandes
Vai se entregar pra mim.
Como a primeira vez,
Vai delirar de amor, sentir o meu calor
Vai me pertencer...
Sou passaro de fogo, que canta ao teu ouvido.
Vou ganhar esse jogo, te amando feito um louco.
Quero teu amor bandido
Minha alma viajante.
Coração independente.
Por você corre perigo.
Tô a fim dos teus segredos.
De tirar o teu sossego.
Ser bem mais que um amigo..
Não diga que não
Não negue a você.
Um novo amor, uma nova paixão.
Diz pra mim...
Tão longe do chão
Serei os teus pés.
Nas asas do sonho, rumo ao teu coração.
Permita sentir, se entrega pra mim.
Cavalga em meu corpo.
Ô minha eterna paixão.
Vai se entregar pra mim...


http://www.vagalume.com.br/paula-fernandes/passaro-de-fogo-2.html#ixzz1zGzPye8q

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Holocausto



Grupo de judeus no campo de concentração de Auschwitz.
Nossa relação com o passado se dá de diferentes formas e a partir da interpretação das experiências vividas, o homem passa a ditar determinadas ações de sua vida cotidiana. Geralmente, as experiências ruins são respondias com ações e idéias que evitam a repetição de um mesmo infortúnio. Um claro caso desse tipo de relação do passado pode ser notado quando fazemos menção ao Holocausto.

O Holocausto foi uma prática de perseguição política, étnica, religiosa e sexual estabelecida durante os anos de governo nazista de Adolf Hitler. Segundo a ideologia nazista, a Alemanha deveria superar todos os entraves que impediam a formação de uma nação composta por seres superiores. Segundo essa mesma idéia, o povo legitimamente alemão era descendente dos arianos, um antigo povo que – segundo os etnólogos europeus do século XIX – tinham pele branca e deram origem à civilização européia.

Dessa forma, para que a supremacia racial ariana fosse conquistada pelo povo alemão, o governo de Hitler passou a pregar o ódio contra aqueles que impediam a pureza racial dentro do território alemão. Segundo o discurso nazista, os maiores culpados por impedirem esse processo de eugenia étnica eram os ciganos e – principalmente – os judeus. Com isso, Hitler passou a perseguir e forçar o isolamento em guetos do povo judeu da Alemanha.

Dado o início da Segunda Guerra, o governo nazista criou campos de concentração onde os judeus e ciganos eram forçados a viver e trabalhar. Nos campos, os concentrados eram obrigados a trabalhar nas indústrias vitais para a sustentação da Alemanha na Segunda Guerra Mundial. Além disso, os ocupantes dos campos viviam em condições insalubres, tinham péssima alimentação, sofriam torturas e eram utilizados como cobaias em experimentos científicos.

É importante lembrar que outros grupos sociais também foram perseguidos pelo regime nazista, por isso, foram levados aos campos de concentração. Os homossexuais, opositores políticos de Hitler, doentes mentais, pacifistas, eslavos e grupos religiosos, tais como as Testemunhas de Jeová, também sofreram com os horrores do Holocausto. Dessa forma, podemos evidenciar que o holocausto estendeu suas forças sobre todos aqueles grupos étnicos, sociais e religiosos que eram considerados uma ameaça ao governo de Adolf Hitler.

Com o fim dos conflitos da 2ª Guerra e a derrota alemã, muitos oficiais do exército alemão decidiram assassinar os concentrados. Tal medida seria tomada com o intuito de acobertar todas as atrocidades praticadas nos vários campos de concentração espalhados pela Europa. Porém, as tropas francesas, britânicas e norte-americanas conseguiram expor a carnificina promovida pelos nazistas alemães.

Depois de renderem os exércitos alemães, seus principais líderes foram julgados por um tribunal internacional criado na cidade alemã de Nuremberg. Com o fim do julgamento, muitos deles foram condenados à morte sob a alegação de praticarem crimes de guerra. Hoje em dia, muitas obras, museus e instituições são mantidos com o objetivo de lutarem contra a propagação do nazismo ou ódio racial.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola 

O QUE É GENOCÍDIO?


O termo "genocídio" não existia antes de 1944; ele foi criado como um conceito específico para designar crimes que têm como objetivo a eliminação da existência física de GRUPOS nacionais, étnicos, raciais, e/ou religiosos. Em contraste, "direitos humanos", tais como definidos pela Declararação dos Direitos do Cidadão nos Estados Unidos ou pela Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas de 1948, dizem respeito a direitos INDIVIDUAIS.
Em 1944, Raphael Lemkin (1900-1959), um advogado judeu polonês, ao tentar encontrar palavras para descrever as políticas nazistas de assassinato sistemático, incluindo a destruição dos judeus europeus, criou a palavra "genocídio" combinando a palavra grega geno-, que significa raça ou tribo, com a palavra latina -cídio, que quer dizer matar. Com este termo, Lemkin definiu o genocídio como "um plano coordenado, com ações de vários tipos, que objetiva à destruição dos alicerces fundamentais da vida de grupos nacionais com o objetivo de aniquilá-los". No ano seguinte, o Tribunal Militar Internacional instituído em Nuremberg, Alemanha, acusou os líderes nazistas de haverem cometido "crimes contra a humanidade", e a palavra "genocídio" foi incluída no processo, embora de forma apenas descritiva, sem cunho jurídico.
Em 9 de dezembro de 1948, sob a sombra recente do Holocausto e em grande parte pelos esforços incansáveis de Lemkin, as Nações Unidas aprovaram a Convenção para a Prevenção e Punição de Crimes de Genocídio. Esta Convenção estabeleceu o "genocídio" como crime de caráter internacional, e as nações signatárias da mesma comprometeram-se a "efetivar ações para evitá-lo e puní-lo", definindo-o assim:
Por genocídio entende-se quaisquer dos atos abaixo relacionados, cometidos com a intenção de destruir, total ou parcialmente, um grupo nacional, étnico, racial, ou religioso, tais como:
(a) Assassinato de membros do grupo;
(b) Causar danos à integridade física ou mental de membros do grupo;
(c) Impor deliberadamente ao grupo condições de vida que possam causar sua destruição física total ou parcial;
(d) Impor medidas que impeçam a reprodução física dos membros do grupo;
(e) Transferir à força crianças de um grupo para outro.
Embora muitos casos de violência contra determinados grupos hajam ocorrido ao longo da história, e mesmo após a Convenção haver se tornado válida, o desenvolvimento internacional e jurídico do termo concentra-se em dois períodos históricos distintos: o primeiro, a partir da criação do termo até sua aceitação como lei internacional (1944-1948), e o segundo, desde que ele foi efetivado através do estabelecimento de tribunais para o julgamento de crimes internacionais de genocídio. A prevenção do genocídio, também parte integral da Convenção, é um desafio que nações e indivíduos ainda enfrentam.
Para mais informações, visite a página do Comitê da Consciência, do Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos . O mandato do Comitê da Consciência é o de alertar a população, trabalhar junto a legisladores para informá-los sobre o tema, bem como estimular ações mundiais para confrontar e coibir atos de genocídio ou outros tipos de crimes contra a humanidade.

RUANDA: A PRIMEIRA CONDENAÇÃO POR GENOCÍDIO


Na época em que os Julgamentos de Nuremberg foram realizado o conceito de “genocídio” não existia legalmente. Mais de 50 anos após, no dia 2 de setembro de 1998, a Corte Criminal Internacional para a Ruanda--um tribunal especialmente criado pelas Nações Unidas para julgar crimes de guerra e crimes contra a humanidade naquele país—proferiu uma sentença de condenação por crime de genocídio, a primeira em toda a história humana. Aquele tribunal internacional condenou, após cuidadoso julgamento, um homem de nome Jean-Paul Akayesu por considerá-lo culpado de genocídio e crimes contra a humanidade, pois o mesmo havia participado e supervisionado tais episódios sangrentos enquanto era prefeito da cidade ruandense de Taba.
Nascido em 1953, na cidade de Taba, Akayesu quando jovem foi um jogador ativo do time de futebol local. Posteriormente teve cinco filhos e passou a trabalhar como professor. Ele era um líder respeitado em sua comunidade, considerado por muitos como um homem de princípios, inteligência, e integridade.
Em 1991, ele se tornou politicamente ativo e foi eleito presidente do Movimento Democrático Republicano (MDR), um partido de oposição. Inicialmente relutante em concorrer a cargos públicos, ele foi eleito prefeito de Taba, e permaneceu no cargo de abril de 1993 a junho de 1994.
Como prefeito, era o líder da cidade, e fez um bom trabalho supervisionando a economia local, controlando a polícia, administrando a justiça, e incentivando a vida social da comunidade, razão pela qual era muito respeitado.
No início do genocídio em Ruanda ,no dia 7 de abril de 1994, Akayesu conseguiu manter sua cidade em paz, sem qualquer tipo de violência, e recusou autorização para que as milíciasJanjaweed lá operassem, assim protegendo a população da etnia Tútsi. No entanto, após o dia 18 de abril, quando houve uma reunião de prefeitos com os líderes do governo ruandense interino (os mesmos que planejaram e orquestraram o genocídio), uma mudança fundamental ocorreu naquela cidade e também em Akayesu. Ele trocou seu terno por uma jaqueta militar e adotou, literalmente, a violência como seu modus operandi: testemunhas afirmam que ele incitava a população local a participar de homicídios e a transformar o lugar, outrora pacífico, em um palco de torturas, estupros e homicídio contra os tutsi. Provavelmente, ele acreditava que seu futuro político e social dependia da sua integração com as forças governamentais.
Com a mudança de rumo daquela guerra, Akayesu fugiu para o Zaire, atual República Democrática do Congo, e depois para Zâmbia, onde foi preso em outubro de 1995. No julgamento da Corte Criminal Internacional para a Ruanda, ele foi julgado e condenado por genocídio, a primeira condenação em um tribunal internacional e a primeira vez que o estupro foi considerado parte de técnicas de genocídio. Akayesu cumpre pena de prisão perpétua em uma prisão em Mali.

A Cidade Proibida



Cidade Proibida: o centro político da China Imperial hoje transformado em ponto turístico.
Hoje conhecida como uma das principais atrações turísticas da China, a Cidade Proibida é considerada uma das mais interessantes obras arquitetônicas dessa antiga civilização. Sua construção foi elaborada durante o governo do imperador Yung Lo, o terceiro monarca da dinastia Ming. Além de compor o centro decisório do império chinês, a cidade assinalava a distinção entre a realeza e os súditos. 

A sua construção demorou quatorze anos para ser concluída. A demora na construção faz jus à área de 720 mil metros quadrados ocupada por toda a família do imperador, um grande número de serviçais, concubinas, herdeiros e eunucos. O nome “Cidade Proibida” foi dado por conta do rígido sistema de segurança que controlava a saída e entrada de pessoas no local. A grande maioria dos funcionários que viviam na cidade poderia viver sem nunca colocar os pés para fora daquela suntuosa obra. 

O portão meridional era uma das principais vias de acesso à Cidade Proibida. Somente alguns conselheiros reais, membros da classe militar e o próprio imperador tinham liberdade para entrar e sair por aqueles portões. Segurança era o que não faltava naquela enorme construção. Uma grande muralha com 3,4 quilômetros de extensão e dez metros de altura protegia toda a cidade. Além disso, um grande fosso com seis metros de profundidade evitava qualquer eventual invasão. 

Nem tudo na cidade se resumia à segurança e imponência. O belo Jardim Imperial ocupava uma extensa área onde a família imperial poderia passar horas meditando, jogando xadrez ou bebendo um bom chá. Na porção central do jardim havia o Salão da Paz Imperial, uma espécie de templo religioso construído em homenagem à deusa Xuan Wu, a divindade das águas. 

A especial devoção prestada à Xuan Wu era conseqüência de um constante problema vivido com os incêndios que aconteciam na cidade. O risco de incêndios era constante, tendo em vista que a grande maioria das construções era feita em madeira. Além dos acidentes e fenômenos naturais que propagavam esses incêndios, muitos construtores reais provocavam incêndios criminosos com o objetivo de lucrar com a contratação de sua mão-de-obra. 

Toda a decoração da Cidade Proibida era inspirada pela arte milenar do feng shui, um método de decoração que promete atrair bons fluidos com a disposição correta das construções e objetos. A superstição era bastante grande na decoração de todas as construções ali encontradas. A grande maioria dos telhados da cidade era pintada de amarelo, coloração associada ao poder imperial e à prosperidade. Além disso, o uso de figuras de animais distinguia a importância entre as construções arquitetônicas. 

Ao longo de cinco séculos, a Cidade Proibida era o símbolo maior da supremacia e da instabilidade política de um regime controlado por um único soberano. Até 1911, vinte e quatro imperadores controlaram o vasto território chinês na clausura desta suntuosa criação arquitetônica. Depois disso, uma revolta de inspiração republicana fez com que o imperador Puyi fosse o seu “último habitante real”. 

Em 1925, a cidade foi transformada em Museu do Palácio e, pela primeira vez em sua história, aberta à visitação pública.

domingo, 24 de junho de 2012

Hatshepsut



A primeira faraó da história.
Hatshepsut foi a primeira faraó (mulher) da história, conseguiu esse título após vencer muitos obstáculos. Após a morte de seu pai, o faraó Tutmés I, Hatshepsut casou-se com seu meio-irmão, Tutmés II, com apenas 17 anos de idade. Depois de quatro anos seu marido e irmão faleceu, deixando como herdeiro do trono um filho que teve com uma concubina. Mas como o menino era muito jovem, Hatshepsut assumiu o poder. Governou o Egito sozinha por 22 anos, na época o Estado era um dos mais ricos. Para permanecer no poder fez o uso da descendência de Tutmés I, a princípio não enfrentou objeções, já que Tutmés III (filho de Tutmés II) era muito jovem e não podia reinar.
No começo de seu reinado não exigiu as regalias reservadas aos faraós, que eram governantes e sacerdotes da religião local (considerados seres divinos). Aos poucos foi testando seu poder, para ver até onde iam os limites impostos pela sociedade egípcia às mulheres, pois almejava o posto de faraó. Com o passar do tempo seu poder foi aumentando, até se mostrar como faraó, fazendo o uso de barba postiça e calças. O uso de barba falsa era um costume exclusivo dos faraós, a barba para eles tinha o mesmo significado da coroa para os reis. Hatshepsut promoveu a inovação administrativa e a expansão comercial. Enviou várias expedições para a costa africana, no Mar Vermelho, em busca de ouro, marfim, pele de animais, entre outros.
Com a prosperidade de seu governo, Hatshepsut começou uma obra de embelezamento arquitetônico no Egito. Ergueu diversas edificações em homenagem ao deus Amon-Rá (seu pai espiritual), na região de Beni Hasan (centro do reino) ela construiu um novo templo feito de pedras, denominado Speos Artemidos pelos gregos. Ao mesmo tempo em que fazia as mudanças físicas do Egito, a faraó cuidava da educação de Tutmés III. Ela enviou o menino para o templo de Amon, onde foi educado para se tornar o próximo governante.
Para garantir sua autoridade fazia de tudo para manter o jovem afastado do trono, chegou até a casá-lo com a filha que teve no relacionamento com Tutmés II. Porém, ficou bastante enfraquecida com a morte da princesa. No comando do exército Tutmés reclamou seus direitos, em especial o título de faraó. Mas só conseguiu tal feito após a morte da rainha, em 1482 a. C. A causa da morte não é conhecida, assim como a localização de seus restos mortais.
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

Rainha de Sabá



A rainha de Sabá ao lado de seu amado Salomão
Pouco se sabe sobre a belíssima rainha de Sabá, cuja história é repleta de mistério. A parte conhecida de sua história está relatada no Velho Testamento, datadas no século 6 d.C., e em um dos livros de Talmudu (coletânea das tradições orais judaicas).
No Alcorão (livro sagrado muçulmano) encontramos referência à suposta cidade natal da rainha, Marid. Dentre todos os relatos a respeito da rainha de Sabá, o mais conhecido é o da Etiópia, o Kebra Nagast, do século 11 a.C. Segundo esse documento, ela teria assumido o trono com apenas 15 anos de idade, após a morte do pai.
Em Sabá as mulheres e os homens possuíam praticamente os mesmos direitos, por isso sua coroação foi muito festejada pelos súditos. A única coisa que fazia a diferença entre homens e mulheres em seus direitos era a determinação religiosa de a rainha manter-se virgem. Como uma boa seguidora dos costumes de seu povo, Bilqis como era chamada no Alcorão, aceitou conformada. Já que não poderia jamais deliciar-se dos prazeres carnais, dedicou-se ao estudo da filosofia e do misticismo. Seu reinado esbanjou luxo e riqueza, isso graças à farta colheita, que era estimulada por avançadas técnicas de irrigação, e à localização privilegiada que impulsionava o comércio. Sabá era ponto de encontro de mercadores vindos de todos os lugares. Vendia-se e comprava-se de tudo pelas pequenas ruas do reino, em especial mercadorias oriundas do Oriente. Para se distrair a rainha circulava em meio ao tumulto do comércio. Gostava de conversar com os viajantes, foi em uma dessas conversas, que sobe da existência do rei Salomão. Foi o chefe das caravanas reais, Tamrim, que lhe relatou a história de tal rei.
Ele vendia incensos de Sabá para diversos lugares do mundo e trazia muitos tecidos e jóias para a rainha. Ao retornar de uma viagem à cidade de Jerusalém, ele contou que havia feito negócios com um rei cujo nome era Salomão, muito rico e que tinha fama de sábio e generoso. A soberana ficou muito intrigada com os dotes intelectuais do rei de Jerusalém, então resolveu viajar para conhecer o soberano pessoalmente. Anunciou que iria junto com Tamrim em sua próxima viagem à Jerusalém, para isso saiu pelo reino em busca de presentes para Salomão.
A comitiva tinha 800 animais, apesar da curta distância a viagem durou seis meses. Chegando à Jerusalém, a rainha se dirigiu ao palácio, trajando roupas caras, coberta de jóias e seguida por servos trazendo os presentes para o anfitrião. Divertiu-se testando a sagacidade de Salomão, muito culta e bem-humorada ela disparou um arsenal de charadas com a intenção de desafiá-lo. O rei, muito sábio, não deixou nenhuma pergunta sem resposta.
Por sua vez, Salomão pregou a ideologia e os valores de sua religião, o Judaísmo, e conquistou mais uma adepta. Como um grande sedutor, ele também cortejou a visitante. Mesmo tendo feito o voto de castidade, a rainha de Sabá em sua primeira noite no palácio não resistiu ao charme de Salomão e se entregou a ele. Permaneceu meses na companhia de Salomão e retornou para casa grávida do amado, o filho foi chamado de Menilek.
Após o retorno da rainha, os relatos foram se tornando escassos. Nenhuma das histórias sobre a rainha de Sabá é arqueologicamente comprovada. Dessa forma, a célebre e lendária rainha tornou-se um grande enigma da história, não há comprovação de sua verdadeira história e nem relatos de seu fim.
Por Eliene Percília
Equipe BrasiL