Total de visualizações de página

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Fundação do Rio de Janeiro

Divulgação/Gov. RJ
O Rio de Janeiro visto do alto
No dia 1º de março de 1565, Estácio de Sá lançou os fundamentos da cidade que fora incumbido de criar na baía de Guanabara - o Rio de Janeiro. A missão de fundar a cidade estava relacionada à luta entre portugueses e franceses pelo domínio daquela região.

Em meados do século 16, os portugueses ainda não tinham conseguido se espalhar por todo o litoral brasileiro. Seus domínios restringiam-se principalmente ao Nordeste, onde ficava a sede do Governo-geral (na cidade de Salvador) e à vila de São Vicente, no litoral paulista. Aproveitando-se dessa situação, um grupo de franceses, sob o comando de Nicolas Durand de Villegaignon, se estabeleceu em duas ilhas da baía da Guanabara (atuais Villegaignon e ilha do Governador) e na região da atual praia do Flamengo, com a intenção de criar uma colônia, a França Antártica.

Os portugueses conseguiram expulsá-los, mas perceberam que, se não se estabelecessem no local, os franceses voltariam. Por isso, o Governador-geral do Brasil, Mem de Sá, colocou seu sobrinho Estácio de Sá em ação. A expedição de Estácio desembarcou na estreita faixa de terra situada entre o Pão de Açúcar e o Morro Cara de Cão, hoje tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional. Lá se construíram trincheiras para a defesa, as primeiras casas e as paredes da primeira igreja, consagrada ao santo padroeiro da cidade.

A cidade recebeu o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao rei de Portugal na época: dom Sebastião. E por que Rio de Janeiro? O nome tem origem em um engano dos portugueses: quando chegaram pela primeira vez à entrada da baía de Guanabara, em janeiro de 1502, pensaram que se tratava da foz de um rio.

Dois anos depois, Mem de Sá iria transferir a sede da cidade para o Morro do Castelo, mas ali permaneceram muitos dos primeiros moradores, cuidando de suas roças espalhadas pela região que é hoje o bairro de Botafogo. E não se pode deixar de mencionar que, durante os dois anos em que Estácio de Sá permaneceu ali, os combates contra os franceses e os índios seus aliados prosseguiram. Lutando contra eles, na região do atual Outeiro da Glória, Estácio de Sá foi atingido no rosto por uma flecha, e morreu em conseqüência do ferimento. A derrota imposta aos franceses, porém, foi definitiva.

O Rio de Janeiro era agora dos portugueses, que logo transformariam a cidade em sede de governo da Colônia. O Rio, aliás, manteve-se nessa condição também durante o Império e boa parte da República. Só na década de 1960, sob o governo do presidente Juscelino Kubitscheck, a capital do Brasil foi transferida para Brasília. Nem por isso a Cidade Maravilhosa deixou de ser um símbolo brasileiro, principalmente no plano internacional.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sua Árvore


Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu da seu carro furou quando ele deixou de ganhar uma hora de trabalho; a sua serra elétrica quebrou; e aí ele cortou o dedo, e finalmente, no final do dia, o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa, e durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou por que ele havia tocado na planta antes de entrar em casa.
"Ah", respondeu o carpinteiro, "esta é a minha planta dos problemas.
Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte.
E você quer saber de uma coisa?
Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior." 

Sua árvore é Jesus!!! Entregue seus problemas a Ele.
Confie nEle, e tudo o mais Ele fará!!!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Estácio de Sá


?/?/1520, (?), Portugal
20/2/1567, Rio de Janeiro
[creditofoto]
Alegoria da morte de Estácio de Sá, em 20 de fevereiro de 1567. Quadro de Antônio Parreiras
Quem se depara com a natureza exuberante da cidade do Rio de Janeiro dificilmente pode imaginá-la palco de lutas ferozes. No entanto, a cidade maravilhosa foi fundada por Estácio da Sá sob a marca dos combates entre franceses, índios e portugueses.

Descendente de nobres, Estácio de Sá era sobrinho do terceiro governador-geral do Brasil,Mem de Sá. Diante da situação vulnerável daColônia, a rainha de Portugal, dona Catarina, nomeou Estácio de Sá capitão de uma armada destinada a expulsar os franceses da costa brasileira.

No final de 1563, a armada de Estácio de Sá chegou à Bahia, dirigindo-se depois ao Espírito Santo. Em fins de fevereiro de 1565, a frota fundeou no litoral do Rio de Janeiro, mandando buscar reforços dos padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, em São Vicente.

Diante da intensificação dos conflitos entre índios e portugueses, Estácio de Sá resolveu deslocar-se para São Vicente, onde ficou cerca de nove meses.

No dia 1o de março de 1565, a frota de Estácio de Sá desembarcou no Rio de Janeiro, fundando a nova cidade junto ao morro do Pão de Açúcar, com o objetivo de expulsar os franceses, que já ocupavam a área havia dez anos.

No dia 6 de março, os portugueses sofreram o primeiro ataque dos índios tamoios, aliados dos franceses, e em 1 de julho de 1565 participaram da primeira luta naval entre tamoios e portugueses.

Estácio de Sá recebeu reforços do governador-geral Mem de Sá em 1567. No dia 20 de janeiro, num ataque às paliçadas inimigas, foi ferido por uma flecha, morrendo um mês depois. Seu corpo foi enterrado na capela de São Sebastião, onde permaneceu até 1583, quando foi trasladado para o morro do Castelo.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

É Proibido


É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,

Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos

Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,

Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,

Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,

Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,

Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,

Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,

Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
Pablo Neruda
fonte;http://pensador.uol.com.br/autor/pablo_neruda/

Radiação Eletromagnética



Luz, uma onda eletromagnética
As ondas de radiação eletromagnética são uma junção de campo magnético com campo elétrico que se propaga no vácuo transportando energia. A luz é um exemplo de radiação eletromagnética. Esse conceito foi primeiramente estudado por James Clerk Maxwell e depois afirmado por Heinrich Hertz. Maxwell foi físico e matemático escocês que ficou conhecido por dar forma final à teoria do eletromagnetismo, teoria essa que une o magnetismo, a eletricidade e a óptica. Dessa teoria surgem as equações de Maxwell, assim chamadas em sua homenagem e porque ele foi o primeiro a descrevê-las, juntando a lei de Ampère, a lei de Gauss e a Lei da indução de Faraday.

A radiação eletromagnética se propaga no espaço. Ela possui campo magnético e campo elétrico que se geram mutuamente e se propagam perpendicularmente um em relação ao outro e na direção de propagação da energia, transportando assim energia sob a forma de radiação eletromagnética. A radiação eletromagnética varia conforme a frequência da onda. A luz visível aos olhos humanos é uma radiação eletromagnética, assim como os raios x, a única diferença entre essas duas formas de radiação está na faixa de frequência que o olho humano consegue visualizar, ou seja, os raios x têm faixa de frequência que fica fora do alcance da visão humana. As ondas do forno de micro-ondas também são ondas eletromagnéticas.

Os campos magnético e elétrico obedecem ao princípio da superposição. Os vetores campo magnético e campo elétrico se cruzam e criam o fenômeno da reflexão e refração. A luz é uma onda eletromagnética e em um meio não linear como um cristal, por exemplo, pode sofrer interferências e causar o efeito Faraday, a onda pode ser dividida em duas partes com velocidades diferentes. Na refração, uma onda ao passar de um meio para outro, com densidade diferente, tem a sua velocidade e direção alterada. Uma fonte de radiação, como o Sol, por exemplo, pode emitir luz dentro de um espectro variável. A luz solar ao ser decomposta em um prisma possibilita a visualização de espectros de várias cores, como no arco-íris. Observe a gravura:
 

Decomposição da luz solar no prisma.
Por Marco Aurélio da Silva
Equipe Brasil Escola

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Intoxicação Alimentar



A maionese é um dos principais alimentos que provocam intoxicação.
A intoxicação alimentar é caracterizada pela ingestão de alimentos contaminados por vírus, bactérias, toxinas, parasitas, pesticidas ou produtos químicos, que ao entrarem no organismo provocam infecções. Normalmente ocorre pela má higienização dos alimentos, no seu preparo ou até no seu armazenamento indevido, o que facilita que tais micro-organismos se assentem nos alimentos.
Podem surgir sintomas como dor de cabeça, náuseas, febre, calafrios, dores musculares, vômitos, diarreia e cólicas abdominais. Por ocorrer por falta de cuidados, os alimentos, bem como os instrumentos utilizados no manuseio dos mesmos, devem estar limpos e em ambientes higienizados.
Em casa, recomenda-se, por exemplo, que os enlatados tenham sua embalagem lavada antes de sua abertura para consumo e, quando abertos, recomenda-se o armazenamento do restante em outro recipiente com tampa para impedir a proliferação de organismos.
Fora de casa é importante identificar a aparência do local onde as refeições são feitas, a forma com que as pessoas responsáveis pelo preparo dos alimentos estão e a higiene dos materiais utilizados na alimentação.
O tratamento para a intoxicação alimentar deve ser prescrito por um médico, que avaliará as condições fisiológicas do indivíduo e receitará os medicamentos adequados. É importante ingerir grande quantidade de líquidos para evitar a desidratação.
 
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

Samba-Enredo



Bateria e integrantes devem se apresentar de forma harmônica
Dentre os quesitos apresentados por uma escola de samba durante o carnaval, o mais importante deles é o samba-enredo, onde conta-se de forma resumida a história que a agremiação apresentará.
Surgiu no Rio de Janeiro, em meados de 1930, através da apresentação de uma escola de samba que levou a novidade para a passarela. O sucesso foi tão grande que as outras agremiações aderiram ao modelo.
A escolha do samba-enredo é feita através de concursos internos nas escolas, onde são apresentadas as músicas. Mas a escolha do samba é feita pelo público ouvinte, ou seja, os próprios integrantes da escola. Muitas vezes, quando dois sambas disputam a classificação, os dirigentes optam por fundir os mesmos, a fim de conseguir melhores resultados, uma cadência mais harmoniosa e rica.
A letra do samba-enredo pode ser interpretativa ou descritiva, sendo que a descritiva apresenta o assunto com riqueza de detalhes. A melodia deve ser alegre e contagiante, com características marcantes, próprias da escola que se apresenta, além do bom gosto quanto à articulação da letra.
É importante que a harmonia da melodia facilite o canto, pois dessa forma promove o aprendizado da letra e contagia o público, que canta fervorosamente, tornando o espetáculo mais bonito.
Caso ocorra pane no carro de som, durante a apresentação de alguma escola de samba, os integrantes serão os responsáveis por puxar o samba até o final do desfile, em total harmonia com os batuques da bateria, para garantir que não percam pontos. Na verdade, uma pane no carro de som não causa perda de pontos, mas se os integrantes não assumirem o papel de puxadores, isso acarretará tais perdas.
Por isso, é importante que todos os componentes participem dos ensaios, a fim de sustentar a escola caso haja problema na hora do desfile. A harmonia e a integração se tornam perfeitos quando o grupo está bem ensaiado.
Dos sambas-enredo, serão avaliados pelos jurados: a letra, a adequação da mesma ao enredo, o bom gosto e a riqueza poética, o entrosamento dos versos com as melodias, o ritmo integrado à letra, a harmonia musical, a facilidade da letra e da música, dentre outros.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola