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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Cyberbullying: a violência virtual

Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender

Beatriz Santomauro (bsantomauro@abril.com.br)
Cyberbullying. Foto: Marcelo Zocchio























Todo mundo que convive com crianças e jovens sabe como eles são capazes de praticar pequenas e grandes perversões. Debocham uns dos outros, criam os apelidos mais estranhos, reparam nas mínimas "imperfeições" - e não perdoam nada. Na escola, isso é bastante comum. Implicância, discriminação e agressões verbais e físicas são muito mais frequentes do que o desejado. Esse comportamento não é novo, mas a maneira como pesquisadores, médicos e professores o encaram vem mudando. Há cerca de 15 anos, essas provocações passaram a ser vistas como uma forma de violência e ganharam nome:bullying (palavra do inglês que pode ser traduzida como "intimidar" ou "amedrontar"). Sua principal característica é que a agressão (física, moral ou material) é sempre intencional e repetida várias vezes sem uma motivação específica. Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara ao problema. E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima foram batizados decyberbullying. Aqui, no Brasil, vem aumentando rapidamente o número de casos de violência desse tipo. 

Nesta reportagem, você vai entender os três motivos que tornam o cyberbullying ainda mais cruel que o bullyingtradicional. 

- No espaço virtual, os xingamentos e as provocações estão permanentemente atormentando as vítimas. Antes, o constrangimento ficava restrito aos momentos de convívio dentro da escola. Agora é o tempo todo. 

- Os jovens utilizam cada vez mais ferramentas de internet e de troca de mensagens via celular - e muitas vezes se expõem mais do que devem. 

- A tecnologia permite que, em alguns casos, seja muito difícil identificar o(s) agressor(es), o que aumenta a sensação de impotência. 

Raissa*, 13 anos, conta que colegas de classe criaram uma comunidade no Orkut (rede social criada para compartilhar gostos e experiências com outras pessoas) em que comparam fotos suas com as de mulheres feias. Tudo por causa de seu corte de cabelo. "Eu me senti horrorosa e rezei para que meu cabelo crescesse depressa." 

Esse exemplo mostra como a tecnologia permite que a agressão se repita indefinidamente (veja as ilustrações ao longo da reportagem). A mensagem maldosa pode ser encaminhada por e-mail para várias pessoas ao mesmo tempo e uma foto publicada na internet acaba sendo vista por dezenas ou centenas de pessoas, algumas das quais nem conhecem a vítima. "O grupo de agressores passa a ter muito mais poder com essa ampliação do público", destaca Aramis Lopes, especialista em bullying ecyberbullying e presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ele chama a atenção para o fato de que há sempre três personagens fundamentais nesse tipo de violência: o agressor, a vítima e a plateia. Além disso, de acordo com Cléo Fante, especialista em violência escolar, muitos efeitos são semelhantes para quem ataca e é atacado: déficit de atenção, falta de concentração e desmotivação para os estudos (leia mais na próxima página). 

Esse tormento permanente que a internet provoca faz com que a criança ou o adolescente humilhados não se sintam mais seguros em lugar algum, em momento algum. Na comparação com obullying tradicional, bastava sair da escola e estar com os amigos de verdade para se sentir seguro. Agora, com sua intimidade invadida, todos podem ver os xingamentos e não existe fim de semana ou férias. "O espaço do medo é ilimitado", diz Maria Tereza Maldonado, psicoterapeuta e autora de A Face Oculta, que discute as implicações desse tipo de violência. Pesquisa feita este ano pela organização não governamental Plan com 5 mil estudantes brasileiros de 10 a 14 anos aponta que 17% já foram vítimas de cyberbullying no mínimo uma vez. Desses, 13% foram insultados pelo celular e os 87% restantes por textos e imagens enviados por e-mail ou via sites de relacionamento
.


créditos a: http://revistaescola.abril.com.br/

Projeto Xadrez em Sala de Aula

Justificativa: 

 A utilização de jogos em sala de aula é uma atividade muito importante para o desenvolvimento das crianças. Várias habilidades são desenvolvidas através dos jogos; a atenção, a memória, a imaginação, a percepção visual. Para jogar xadrez é preciso desenvolver estratégias, analisar possibilidades, comparar suas condições em relação as do oponente e projetar futuras jogadas. Ao movimentar as peças pelo tabuleiro os alunos treinam estratégias de resolução com a realização de simulações mentais, e estimulam a imaginação para elaborar uma tática vencedora, além de exercitar a concentração.

Objetivo geral:

Desenvolvimento da identidade e autonomia das crianças como forma de contribuição a formação do cidadão, pois ao desenvolver a construção de estratégias, a criatividade, a iniciativa pessoal, o trabalho coletivo a criança adquire confiança na própria capacidade de enfrentar desafios e tomar decisões do forma crítica.


Objetivos específicos:


  • Desenvolver a coordenação motora e visual, melhorar a leitura e compreender mais rapidamente gráficos e mapas.
  • Descrever, interpretar e representar a movimentação de uma pessoa ou objetos no espaço e construir itinerários.
  • Entender a movimentação de pessoas ou objetos, conforme indicação de direção.
  • Desenvolver a atenção a memória e a imaginação.

De mãe

Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que mais amava. E ela deixando entrever um sorriso, respondeu:
"Nada é mais volúvel que um coração de mãe. E, como mãe, lhe respondo: o filho predileto é aquele a quem me dedico de corpo e alma, é o meu filho doente, até que sare.
O que partiu até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que está estudando, até que aprenda.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que os crie.
O que prometeu, até que se cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que se cale.
E já com o semblante bem distante daquele sorriso completou: O que me deixou, até que eu o reenconte."

Autor desconhecido 

Meu papel como professora

Na escolha desta profissão aceitei a responsabilidade de facilitar e assistir o desenvolvimento das crianças, e agora não somente os pais mas a comunidade conta com a minha habilidade como professora.
Está sobre mim, como profissional, a responsabilidade para que meus alunos desenvolvam o que existe dentro deles como indivíduos e como membros de uma sociedade.
Está sobre mim a responsabilidade de facilitar oportunidades para o desenvolvimento de suas ideias e surgimento de criatividade e espírito de descoberta, o desenvolvimento de habilidades, a manifestação de afeição e amor. Assim sendo, irei ajudá-los a se realizarem na vida como seres humanos, bem como tornarem-se  participantes ativos de uma sociedade que cresce e muda constantemente.

Mensagem de fé

A alegria é uma tocha de luz
que deve permanecer sempre acesa,
iluminando todos os nossos atos e
servindo de guia aos que se
aproximam de nós...
E por mais que as suas aspirações se
misturem com o barulho e as
confusões da vida, guarde a
paz em seu espírito.
Esteja sempre em paz com Deus.
Seja alegre.
Empenhe-se para ser feliz!

Autor desconhecido

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Eu queria

   Eu queria uma escola onde fosse muito mais que um encontro diário com hora marcada...
   Eu queria uma escola para ir além; fazer o homem sentir o outro como pessoa; partilhar as lágrimas e sorrisos, descobrir caminhos e soluções,  cativar seres e cultivar sentimentos.
   Eu queria  uma escola onde ensinasse as pessoas a somar as alegrias diminuir as tristezas multiplicar as amizades e dividir o amor com igualdade a todos dessa caminhada.
   Eu queria uma escola que ensinasse a transformar o mundo através do trabalho humano e principalmente que fizesse florescer a semente de PAZ que existe no coração de todas as pessoas.